Mês: Fevereiro 2016

BRASIL NA AUSTRÁLIA!

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Em Poucos dias começa o WSL 2016 e as baterias já estão definidas para a primeira etapa de Snapper Rocks, Austrália. Veja as baterias dos Brazucas e bora começar a torcida por mais um título mundial!!

BATERIAS DA PRIMEIRA FASE: 

1. Julian Wilson [AUS], Matt Wilkinson [AUS], Alex Ribeiro [BRA]

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2. Owen Wright [AUS], Adrian Buchan [AUS], Conner Coffin [USA]

3. Filipe Toledo (BRA), Keanu Asing (HAW), Davey Cathels [AUS]

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4. Gabriel Medina [BRA], Michel Bourez [PYF], Ryan Callinan [AUS]

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33 MOTIVOS PARA IDOLATRAR AS MULHERES…

Dentro e fora da água…

  1. Porque elas apenas merecem
  2. Porque elas merecem MUITO
  3. Porque cada mulher é única em sua individualidade e nada faz dela inferior a ninguém.
  4. Porque elas já modificaram o mundo diversas vezes com garra e graça
  5. Porque elas não são vítimas, elas são guerreiras
  6. Porque quando estão juntas, são invencíveis
  7. Porque não existe mais espaço para qualquer outra relação entre os gêneros que não seja pautada em RESPEITO
  8. Porque elas tem direitos, no caso, absolutamente todos.
  9. Porque elas podem fazer o que quiserem, quando quiserem.
  10. Porque elas podem falar o que quiserem, quando quiserem.
  11. Porque elas pode ser, sentir, vestir e pensar o que quiserem – QUANDO QUISEREM.
  12. Porque elas se bastam com elas mesmas e quem elas convidarem para participar de suas vidas
  13. Porque a história é delas, e a escrita da mesma – também.
  14. Porque nenhum tipo de violência direta ou indireta – contra qualquer pessoa, de qualquer gênero – é aceitável e elas vem auxiliando na evolução disso, dia após dia.
  15. Porque a igualdade dos gêneros é uma questão a ser debatida por todos os gêneros.
  16. Porque – até que a ciência diga o contrário – elas irão, durante 9 meses, cultivar em seu próprio corpo, as futuras gerações.
  17. Porque elas não tem medos diferentes de nenhum outro ser humano
  18. Porque os padrões não podem ser impostos, eles podem ser cultivados por admiração e nada mais.
  19. Porque elas merecem ganhar ~pelo menos~ o mesmo quando ocuparem os mesmos cargos
  20. Porque elas não perguntaram a sua opinião
  21. Porque elas nem sempre vão pedir desculpas
  22. Porque beleza é tudo que tem valor, e não necessariamente, é visível a olho nu.
  23. Porque as regras, com relação a elas mesmas – são delas.
  24. Porque são esses movimentos todos que nos rodeiam e nos cutucam que mostram o movimento delas de encontrar e lutar contra as amarras que não necessariamente estavam claras.
  25. Porque ser mulher, ser forte, e ser bem sucedida, não tem a ver com regras ou movimentos, tem a ver com suas escolhas e também com sua jornada.
  26. Porque a liberdade delas é seu próprio combustível.
  27. Porque os rótulos servem apenas para as embalagens.
  28. Porque as obrigações nunca são de uma única pessoa, e nesse caso, não poderia ser só delas…
  29. Porque elas são monstras que deslizam pelas águas e assinam suas ondas com maestria.
  30. Porque ninguém pode ou deve dizer o que elas devem fazer, falar ou pensar.
  31. Porque é preciso ter coragem para ser mulher nesse mundo.
  32. Porque amor próprio e propósito são armas que fazem delas invencíveis.
  33. Porque a ideia não é combater ou diminuir os homens, apenas surfar as mesmas ondas, cada um com seu estilo único e recebendo o mesmo espaço e incentivo. É pedir muito? Ou o talento abaixo, das nossas mulheres de areia, não mostra que o potencial delas é inquestionável?

VOLTANDO AS ORIGENS…

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“Alaia boards” são as famosas pranchas de madeira sem quilhas. Elas possuem seu bico arredondado e a tail quadrada. Eram usadas no Hawaii antes mesmo do século 20. Podem ter entre 7’ e 12’ de altura e pesar até 45 kg. No Hawaii, eram geralmente feitas da madeira de uma árvore chamada Acacia koa.

As Alaias mais modernas têm entre um 1,9m e 4m e são um pouco mais largas do que as Paipo boards [pranchas usadas para belly surfing ou knee surfing[ e menores que as Olo boards, que têm entre 18 e 24 pés. Porém, todas essas pranchas são parecidas uma vez que são feitas de madeira e não possuem quilhas.

Os antigos havaianos faziam suas Alaias com uma madeira local chamada ulu, koa e wiliwili. Já as mais modernas são feitas de várias madeiras diferentes.

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Interesse do mundo surf pelas Alaias tem novamente um lugar proeminente no sol – voltando a ter popularidade depois de décadas de evolução de prancha de surf. Mas graças a Tom Wegener, que em uma viagem ao Hawaii, se interessou pela história de como os antigos habitantes da ilha surfavam e ressurgiu com esse estilo em 2006, quando começou a vender réplicas da mesma em seu retorno para Austrália.

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É uma caminhada de volta à uma forma mais simples de surf, embora de uma maneira extraordinariamente difícil. Se for tentar usa-las um dia, vai lembrar desta frase, que veio depois de cada vez mais surfistas começarem a olhar para o passado buscando inspiração.

Segundo o dicionário havaiano, Lala é um ‘deslizar controlado na curva enquanto surfa em uma prancha’ e era exatamente isso que acontecia ao surfar com Alaias, já que, por não possuir quilhas, manter o controle da prancha era bem difícil, então o movimento se tornava ainda mais parecido com um deslizar. As Alaias eram preferidas para surfar ondas maiores e mais fortes. Dizem que as Olos eram usadas exclusivamente por nobres, o que não impedia que os mesmos nobres também usassem as Alaias – que eram melhores para surfar ao longo das costas rochosas do Hawaii.

E vc gostaria de fazer ou ter uma Alaia?? A dica é:  EXPERIMENTE antes de comprar, pois é muito mais difícil que parece –  mesmo assim, acreditamos que sempre vale o aprendizado.

 

MELHORE SUAS MANOBRAS AGORA!

Uma parte fundamental do corpo que o surfista pode aprimorar em seu desempenho são seus olhos. Sim, seus olhos, e, mais especificamente, a “mira” para ajudar a se projetar para onde você está indo em uma onda. A grande técnica para melhorar o desempenho do surf está em aprimorar sua “mira” para ajudar a iniciar e fazer curvas sólidas e elegantes.

Todos os bons atletas usam seus olhos para levar e conduzir seu movimento. Olhe para onde você quer ir, movimentando os quadris em seguida, para seguir e executar a manobra.

Vamos considerar a batida de backside (backside off-the-lip) – um movimento essencial de surf, e que você deve ter em seu repertório de manobras. Há três movimentos principais dentro desta manobra, e você vai usar seus olhos para mirar e faze-la.

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QUEM ESTÁ EM RISCO: TUBARÕES OU HUMANOS?

2015 foi o pior ano no que diz respeito ao registro de ataques de tubarões em humanos. Foram 98 ataques, sendo que 6 deles resultaram em morte.

Dois principais Motivos que geraram os ataques:

  • Aquecimento das temperaturas nos oceanos
  • Aumento considerável da população humana

Ataques contra os humanos ainda são muito raros e há maneiras de você ficar mais seguro. Mas como podemos evitar ataques de tubarão?

O TUBO

Se você perguntar para alguns surfistas, qual a manobra que eles preferem ou o que os motiva a entrar na água com determinada frequência: nove em cada dez responderão antes mesmo de você terminar a pergunta: O TUBO.

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Para quem acompanha surf pelo mundo através das redes sociais, viu na semana passada, um filme que mostrou o surfista, Mitch Parkinson, pegando 7 tubos na mesma onda em Snapper Rocks, Gold Coast – Austrália. Que chamou a atenção até de pessoais que nunca subiram em cima de uma prancha e viralizou.

[Isso só é possível quando a bancada de areia se junta e conecta 3 ondas em uma só, vira, o que chamamos de Super Banks. Explicaremos em breve um pouco mais sobre isso.]

A sensação de ficar cercado de água salgada em movimento, sem ao menos ser tocado por ela, é mágico e praticamente indescritível. É uma chance inigualável de estar completamente envolvido pela força da natureza, porém sem atrapalhar ou interromper o seu curso original. Talvez essa seja a maior diferença com relação a qualquer outro esporte praticado sobre pranchas.

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CINCO COISAS PARA NÃO ESQUECER EM UMA SURFTRIP

Primeiro de tudo: vamos lembrar o que é uma surftrip!

Nada mais do que uma viagem onde o objetivo primário é SURFAR! Existem inúmeros destinos, populares e inóspitos onde você pode ir como Peru, Indonesia, Costa Rica, Chile, Hawaii, Australia, Equador, França e Nicarágua.

E quando esse é o objetivo mais importante, a mala precisa ter uma configuração um pouco diferente do normal: claro que meias e um protetor solar vão acabar fazendo falta, mas existem outros cinco itens que podem estragar sua trip se não estiver na lista de prioridades na hora de fazer as malas!

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ITEM 1: Seguro Viagem
Parece bobo e normalmente acreditamos que em um momento de férias, em um lugar paradisíaco, nada de ruim vai acontecer, certo? Errado! Melhor gastar uma graninha a mais – coisa pouca em relação do tamanho do possível prejuízo – para garantir que vocês terá assistência caso se machuque, seja roubado ou desastres do tipo. Já vimos TANTA coisa acontecer, que é melhor prevenir do que remediar, acredite!

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ITEM 2: Parafina
Leve várias, de tamanhos e cores diferentes se quiser. Parar para buscar parafina em lugares sem infraestrutura pode gerar um desespero desnecessário. Então leve reservas, coloque em diferentes partes da mala e lembre da reserva DA reserva – vai que a parafina acaba!

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SUA PRANCHA EM OITO PARTES – PARTE 3

Já falamos um pouco sobre o deck, e também sobre a rabeta, Mas a complexidade da prancha está diretamente ligada com o desempenho da mesma, e por isso convidamos você a saber mais sobre o FUNDO OU BOTTOM.

Existe grande variação na configuração na parte de baixo , ou bottom, das pranchas. Côncavas (concave), convexos, vee (em V) e flat. Eles alteram completamente o funcionamento da prancha, influindo diretamente no rocker, já que a linha curva, nas bordas, é mais longa que a linha reta de um concave pode produzir em algum ponto do fundo. Variações e múltiplos concaves são comuns. O concave canaliza a água em baixo da prancha, produzindo sustentação conforme a profundidade.

A tendência mais forte hoje é flat ou um leve V-bottom até os 30 cm do bico da prancha; single concave aumentando o tamanho até a entrada das quilhas, a partir daí um duplo (double) concave partindo para um fundo v-bottom a partir da última quilha.

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Muito aplicado para pranchas estreitas para ondas rápidas, deixa a prancha mais direcional, proporcionando velocidade extra. Muda muito a características dependendo de onde é aplicado:

  • Fundo inteiro [full concave]
  • Só no meio [concave]
  • Só na rabeta [tail concave]

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Dois pequenos côncavos, uma de cada lado da longarina [paralelos], iniciando no meio do shape e alongando- se até o final da rabeta. Pode ser combinado com todos os tipos de fundo. Deixa a rabeta um pouco mais solta e menos direcional.

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O fundo por inteiro de borda a borda, é reta. Este tipo de fundo é o mais básico e o que menos interfere na performance da prancha, adaptando-se facilmente a qualquer tipo de prancha. Proporciona estabilidade lateral, sustentação e flutuação.

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Normalmente usado entre as quilhas, auxilia na troca das bordas rapidamente. Faz uma boa combinação com o meio flat. Muito usado em pranchas maiores para “desacelerar” em ondas cavadas ou enormes.

Sacou? E ainda falta mais 5 partes para detalharmos melhor. Comprar a prancha ideal nunca foi tão fácil 😉

 

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