ELA NÃO TEM UM BRAÇO, MAS TEM MUITO SURF, UM FILHO E UMA HISTÓRIA INSPIRADORA.

Já falamos aqui sobre o vício do surf, já tentamos mostrar como a prática é capaz de salvar a humanidade e também já tentamos exaustivamente classificar nossa paixão.

Já falamos também sobre o poder da água de afetar nossa mente positivamente, das boas energias do surf e também de surf feminino.

E também já falamos de Bethany Hamilton, a havaiana que em 2003 [quando tinha 13 anos] sofreu um ataque de tubarão em Tunnels Beach e perdeu um braço [e mais 60% do sangue do seu corpo], a dona de uma frase que deveríamos ter tatuada em nossas almas.

Eu não preciso que seja fácil, apenas possível. Afinal onde há uma vontade, há um caminho” – Bethany Hamilton

Mesmo com dois braços, duas pernas e uma série de outras dádivas é muito comum nos escutarmos dizendo que não podemos ou não temos como executar alguma coisa ou realizar um sonho antigo. Constantemente trocamos palavras com pessoas próximas questionando porque a vida nos tirou oportunidades, dinheiro, sorte e por essas e outras que queremos falar da Bethany.

Ela perdeu o braço logo quando estava despontando no surf em sua juventude e tinha total condições de competir no campeonato mundial, viver do surf e ser patrocinada por grandes marcas de surfwear.

Ela poderia ter desistido de surfar? Sim!

Ela poderia ter desistido de viver? Sim!

Ela poderia ter desistido de sorrir? Sim!

Ela poderia ter desistido de sonhar? Sim!

Mas, ela não fez nada disso. Ela agradeceu por estar VIVA, ela treinou e fortaleceu as ferramentas que restavam [seu outro braço e suas pernas], ela adaptou seu instrumento [colocando um alça em sua prancha para conseguir dropar] e não só construiu uma família como também CHEGOU NA SEMI-FINAL DO CIRCUITO MUNDIAL EM FIJI, FICOU EM TERCEIRO LUGAR E FOI ELIMINADA APENAS PELA GANHADORA DA ETAPA: Johanne Defay eliminando inclusive a favorita do circuito Tyler Wright.

Kelly Slater, 11 vezes campeão mundial, que segue conquistando o universo do surf mesmo após 4 décadas declarou: “Gostaria que todos os profissionais se desafiassem a amarrar um braço e ir remando para o outside e depois se colocar na posição correta para dropar ondas imponentes como Cloudbreak, Jaws e Pipe usando uma pranchinha. Estou com medo de tentar e ridiculamente impressionado com o talento de Bethany

Quer ver ela em ação?

Espero que depois de conhecer essa história e ver essa performance você reconsidere antes de abrir a boca para reclamar ou se desculpar por não estar tentando. Além de sua história particular, ela ajuda uma fundação chamada Friends Of Bethany Hamilton que semelhante ao adapt surf auxilia pessoas com limitações físicas a surfarem.

Se não estiver estimulado o suficiente, relembre aqui nosso post sobre como vencer as armadilhas da nossa mente.

do surf 13 bethany inspiracao.png

Do lado de cá? Queremos compartilhar esse post com um grande e sincero OBRIGADO BETHANY!

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