O TOPO DA ONDA MUDA DE ACORDO COM O FUNDO DO MAR – ENTENDA!

Para que as ondas da vida real se formem com perfeição como costumamos ver em fotos e vídeos de surf  é preciso que uma combinação de fatores contribuam para isso. Entre eles, fatores naturais que não podemos controlar: vento, ondulação, período das séries e também os elementos que compõem o fundo do mar.

BEACH BREAKSbeach break maresias.JPG

São as praias nas quais as ondas quebram em um fundo de areia. Ideal para quem está começando a surfar, aqui no litoral brasileiro são a maioria deles. Por conta desse fundo as condições climáticas que movimentam este solo, alteram a formação das ondas constantemente. As baias mais protegidas do vento proporcionam boas ondas nesses picos.

Você, com certeza, já ouviu falar de alguns deles: Zicatela, no México; Itacoatiara e Itaúna, no Rio de Janeiro; Praia do Rosa, em Santa Catarina; e Maresias, no litoral paulista.

POINT BREAKSpoint break 1.png

Este solo é formado por pedras, tornando o fundo do mar muito mais estático e que nunca muda de posição, diferentemente do beach break. Com a ondulação entrando do quadrante certo e com pouco vento, a onda é sempre igual, tornando a sua leitura mais fácil e precisa. Porém há alguns cuidados que você deve tomar: geralmente é uma onda mais forte e o surf nessas praias requer mais atenção e habilidade já que qualquer queda minimamente errada, principalmente com maré seca pode terminar com a sua session. Todos estes motivos, tornaram os point breaks ondas famosas ao redor do globo, como Lowers, em Trestles, na Califórnia e quase todos os picos da Gold Coast australiana. Um destino certo para os surfistas que já possuem um contato mais íntimo com o esporte e estão em busca das melhores ondas. No Brasil, temos Matinhos, no Paraná, a Laje de Jaguaruna e a Praia da Silveira, em Santa Catarina, sendo a última conhecida mundialmente por suas ondas classe A, fortes, tubulares, perigosas e acima de tudo: perfeitas.

REEF BREAKS 
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São as ondas que quebram em cima de recifes de coral. Elas são conhecidas pela sua formação perfeita e normalmente muito famosas, à exemplo: Pipeline e Teahupoo. Mas estes canudos azuis vêm com um preço, são as ondas mais perigosas de se surfar também, pois elas quebram em sobre uma fina camada d’água que cobre os afiados corais [e outras pedras]. Não é a toa que Teahupoo significa na língua local “crânios quebrados”. Por isso, não se arrisque em ondas desse tipo a não ser que você esteja muito bem preparado. Aqui no Brasil temos apenas alguns poucos picos com fundo de coral no Nordeste, como Scar Reff e Stella Martins, na Bahia, e Praia da Pipa, no Rio Grande do Norte. Esses são alguns dos melhores picos do país para surfistas experientes e insanos.

Go For It!

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