A VERDADE É: NÃO TÁ FÁCIL PRA NINGUÉM!

Crise? Já sabemos!

Problemas na política? Também estamos acompanhando.

Poucos patrocinadores no surf? Por essa nós não esperávamos. São 32 atletas e quase 1/3 [9] só de brasileiros com dificuldades de se manter no circuito mundial.

A crise no Brasil tem sido devastadora e sim, mesmo com o número considerável de atletas vencedores no surf, o esporte também tem perdido muitos patrocinadores. Até mesmo a etapa de Saquarema teve dificuldades para conseguir apoio comercial para acontecer.

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Quando estamos de fora, ficamos sonhando em viajar o mundo, surfar e ainda ganhar por isso. Contudo, quando colocamos na ponta do lápis, fica claro: participar do campeonato mundial é MUITO caro.

Pra você ter um ideia, pensando nos picos onde as etapas acontecem e os custos de hospedagem, alimentação, transporte das pranchas o custo varia entre R$40.000,00 por etapa o que pode custa no ano quase meio milhão de reais – ou mais.

Apenas as premiações tornam essa conta inviável até porque o pagamento demora de 20 a 30 dias para acontecer. Além dos valores para viajar, os custos com equipamentos e vida fora do circuito também pesam.

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Jadson André, Silvana Lima, Miguel Pupo e outros atletas passaram por situações bem difíceis sem patrocinadores durante alguns anos. E isso claramente influencia sua performance, como se concentrar nas ondas e treinar com tantas contas que não param de chegar?

O mais difícil talvez seja perder um patrocinador no meio da trajetória. Miguel Pupo perdeu a Hurley, Caio Ibelli a Furnas e Mineirinho, campeão mundial de 2015, perdeu XP Investimentos e Grupo educacional Estácio. E outros patrocinadores renegociaram o investimento.

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Gabriel Medina ainda é o que está mais tranquilo, afinal se tornou uma figura midiática que oferece retorno tangível para as marcas que os patrocinam, não perdeu patrocinadores, mas teve menos procura para realizar campanhas do que acontecia antigamente.

O valor pago para patrocinadores para exibir suas marcas na borda da prancha costuma ficar entre R$8.000,00 e R$15.000,00, ao passo que as marcas presentes no bico da prancha pagam entre R$30.000,00 e R$50.000,00 por mês.

As marcas afirmam mudança de foco e estratégia, e não há como negar que isso pode fazer sentido, além disso o conservadorismo no investimento atinge todas as áreas, não apenas a de patrocínios. Mas ao invés de chorar sob o leite derramado [ou pela onda que não dropamos] porque não procurarmos uma forma diferente de ajudar nossos atletas? 

O Brasil precisa de ídolos para cada vez mais fortalecer nossa imagem com valores como garra, disciplina e força. Ideias para ajudar? Comente aqui ou envie um e-mail para contato@equipedosurf.com

FONTE

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